Doutor Estranho - 2016
A Marvel decidiu começar seu universo místico nos cinemas, abrindo espaço para o mago supremo dos seus quadrinhos, não ainda nos cinemas, o personagem criado por Stan Lee na década de 60 com toda sua psicodelia era algo bem diferente na época para um quadrinho, algo difícil de ser explicado, porém tivemos que esperar mais 60 anos para a adaptação deste personagem tão com
plexo em sua personalidade e poderes.
Buscando passar a personalidade de Stephen Strange como é nas HQs, um homem prepotente, arrogante, soberbo e auto-suficiente que se acha o “cara”, na verdade o neurocirurgião, profissão que ele exerce e sim é o melhor no que faz, tudo isso é passado nos primeiros 20 minutos do filme, onde você apresenta o personagem principal além das subtramas do filme sendo desenvolvidas com fervor, o Kaicilus um fanático que serve apenas de empregado ou lacaio, para algo maior a ser mostrado apenas no final do filme, expõe suas motivações e não chega a ser um vilão que venha realmente causar algum dano a vida de Strange, tanto é que após o acidente que o faz perder a habilidade de usar as mãos como médico faz buscar de todas as formas achar uma cura para sua “deficiência" gastando até o que não pode. A relação com a médica, Cristine, interpretada pela atriz Rachel McAdams, é bem construída ao longo de todo o filme. pois bem ele depois de se mostrar arrogante como de costume acaba indo buscar sua cura no Nepal, entrando nesse universo místico e o filme nos mostra também nesse mesmo tempo um dos vilões clássicos do Estranho, Barão Mordo interpretado pelo Chiwetel Ejiofor, destaques a parte nos mostra a anciã vivida pela Tilda S., como se pode ver um grande ele contando com Bennedict Chumbercat.
A Marvel decidiu começar seu universo místico nos cinemas, abrindo espaço para o mago supremo dos seus quadrinhos, não ainda nos cinemas, o personagem criado por Stan Lee na década de 60 com toda sua psicodelia era algo bem diferente na época para um quadrinho, algo difícil de ser explicado, porém tivemos que esperar mais 60 anos para a adaptação deste personagem tão com
plexo em sua personalidade e poderes.
Buscando passar a personalidade de Stephen Strange como é nas HQs, um homem prepotente, arrogante, soberbo e auto-suficiente que se acha o “cara”, na verdade o neurocirurgião, profissão que ele exerce e sim é o melhor no que faz, tudo isso é passado nos primeiros 20 minutos do filme, onde você apresenta o personagem principal além das subtramas do filme sendo desenvolvidas com fervor, o Kaicilus um fanático que serve apenas de empregado ou lacaio, para algo maior a ser mostrado apenas no final do filme, expõe suas motivações e não chega a ser um vilão que venha realmente causar algum dano a vida de Strange, tanto é que após o acidente que o faz perder a habilidade de usar as mãos como médico faz buscar de todas as formas achar uma cura para sua “deficiência" gastando até o que não pode. A relação com a médica, Cristine, interpretada pela atriz Rachel McAdams, é bem construída ao longo de todo o filme. pois bem ele depois de se mostrar arrogante como de costume acaba indo buscar sua cura no Nepal, entrando nesse universo místico e o filme nos mostra também nesse mesmo tempo um dos vilões clássicos do Estranho, Barão Mordo interpretado pelo Chiwetel Ejiofor, destaques a parte nos mostra a anciã vivida pela Tilda S., como se pode ver um grande ele contando com Bennedict Chumbercat.
O Filme nos mostra, através de belos efeitos especiais, o vasto multiverso sendo apresentado no UCM, com contraste de cores interessante e em um bom ritmo sempre explicando para quem esta assistindo, mostrando toda a psicodelia em alta qualidade, a historia vai se desenvolvendo e o filme vai ganhando corpo para o ato final, o show de efeitos especiais continua e a cada momento percebemos que o Bennedict realmente é o Doutor Estranho tentando mesmo com uma resistência inicial evitar uma catástrofe maior proposta pelo demônio Dormammu no qual se encontra na dimensão negra , um universo onde se pode sugar a própria energia.
Nestes mundos novos ou universos apresentados só temos possibilidades maiores ainda nos filmes da Marvel para o futuro.
Por: Daniel Pereira

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